mulher sofrendo com dor no quadril

Causas de dor no quadril e tratamentos recomendados

A artrose, tendinite e bursite são as causas de dores nas articulações do quadril mais comentadas, porém existem muitos outros aspectos que podem influenciar o surgimento destas dores. Neste artigo, baseado em um vídeo do meu canal do YouTube, eu explico as principais causas de dor no quadril e como tratá-las. 

Impacto femoroacetabular e lesão labral 

A primeira causa de dor no quadril que vamos tratar neste artigo é o impacto femoroacetabular e a lesão labral do quadril. 

A doença caracteriza-se pelo impacto entre o fêmur – o osso da coxa – e o acetábulo, que faz parte do osso da bacia, onde a cabeça do fêmur encaixa.  

O labrum é uma estrutura que aumenta a superfície de contato entre esses ossos e garante a estabilidade. 

fêmur e acetábulo
Imagem do fêmur (seta amarela), acetábulo (seta vermelha na imagem 1) e labrum (estrutura em verde)
labrum do quadril
Imagem do fêmur (seta amarela), acetábulo (seta vermelha na imagem 1) e labrum (estrutura em verde)

Quando o paciente apresenta uma deformidade no colo do fêmur, como um calombo, é chamado de impacto tipo CAME. Já quando ele apresenta uma cobertura expandida no acetábulo, chamamos de PINCER.

deformidade no colo do fêmur chamada de impacto tipo CAME e PINCER
Representação de CAME (seta amarela) e PINCER (seta vermelha)

Nesses casos, quando o paciente flexiona o quadril, a dor e o impacto pode sofrer agravamento, assim, forçando o quadril para dentro. É neste movimento que o labrum pode machucar, causando mais dores. Identifica-se uma dor no quadril que gira em torno dele, caso chamado de sinal do “C”. 

O impacto femoroacetabular foi uma descoberta recente, esclarecendo o aparecimento da artrose no quadril em alguns pacientes muito antes de outras doenças. 

Como é diagnostica-se e trata a deformidade nos ossos do quadril?

Diagnostica-se deformidades nos ossos através de Raio X e tomografias. Recomenda-se a ressonância para melhor avaliação da lesão do labrum.

deformidades nos ossos do quadril
Em vermelho, a sobrecobertura do acetábulo (impacto pincer) e impacto tipo CAME com o calombo no colo do fêmur (seta amarela).

Caso o paciente não apresente melhora espontânea dos sintomas da doença, indica-se começar o tratamento conservador com mudança de postura e atividades além de fisioterapia. 

Com o aumento da dor, dependendo do caso, indica-se a cirurgia. Dessa forma, é necessário buscar profissionais com especialização na área, para ter confiança no processo. 

Quais outras condições que podem causar a dor no quadril?

Existem condições em que a origem delas são comuns entre si e os pacientes podem ter essas lesões simultaneamente.

Através de uma sequência lógica, é possível explicar a relação da:

  • Tendinopatia glútea;
  • Bursite trocantérica,
  • Síndrome do trato iliotibial;
  • Síndrome do piriforme;
  • Dor glútea profunda. 

Entendendo a correlação das condições do quadril 

O valgo dinâmico se apresenta quando a articulação vai para dentro, um exemplo disso são os pacientes com o joelho em X (joelho valgo).  

No valgo dinâmico, o paciente apresenta o alinhamento das pernas neutro, normal, mas quando apoiado sobre uma perna o peso é jogado do joelho para dentro. Dessa forma, o paciente pode desalinhar e sobrecarregar o joelho, o quadril e a lombar. 

exemplo de correlação de condições do quadril e o valgo dinâmico
Normal X Valgo Dinâmico

Geralmente o valgo dinâmico acontece por uma fraqueza dos músculos abdutores do quadril, ou seja, o glúteo médio e o mínimo principalmente, conforme é possível perceber na ilustração abaixo da lateral e parte de trás do quadril.

representação de como ocorre o valgo dinâmico

Quando o paciente apresenta os ossos fortalecidos e com boa ativação, a pelve fica nivelada e a perna alinhada. 

Em outros casos o paciente apresenta fraqueza, causando valgo dinâmico e tendinopatia, ou seja, tendinite ou tendinose. Se existe uma sobrecarga de esforço, causada por esportes ou aumento do peso esses tendões ficam ainda mais afetados. 

Conforme esses músculos fracos apresentam problemas biomecânicos, o corpo tenta compensar ativando outros músculos para ajudar, como o tensor da fáscia lata e o trato iliotibial. 

músculos que podem apresentar dores associadas ao quadril
Trato iliotibial (seta amarela) e músculo tensor (seta laranja)

Esses tecidos começam a ficar tensos, encurtados e a fazer atrito na lateral do fêmur, chamado trocanter maior, nos tendões dos glúteos médio, mínimo e na bursa trocantérica (setas verdes) causando a bursite.  

lateral do fêmur afetada pela bursite
lateral do fêmur afetada pela bursite

Nas imagens abaixo, é possível entender melhor o problema. A mancha branca é o edema dessas estruturas, ou seja, a inflamação.

inflamação do fêmur

O paciente pode apresentar a síndrome do trato iliotibial e a bursite sem o valgo dinâmico, principalmente os pacientes que passam horas sentados e acabam ficando com encurtamento do trato.

Síndrome do Piriforme e Dor Glútea Profunda

O piriforme e os outros músculos menores na parte de trás do quadril apresentam efeito secundário na estabilização da pelve e abdução, tentando compensar a fraqueza dos outros músculos. Dessa forma, causa tensão e contraturas, em alguns casos tendinites, apresentando a dor na parte de trás do quadril, conhecida como a dor glútea profunda. 

Nas imagens abaixo, percebe-se o piriforme isolado e junto com os outros músculos. 

musculos do quadril atingidos por síndrome do piriforme e dor glútea profunda
músculos do quadril atingidos pela dor glútea profunda

A síndrome do piriforme também pode causar dor no ciático, isso porque o nervo ciático passa logo ao lado do músculo e às vezes pode passar no meio dele, sendo comprimido e ficando inflamado.

ciático inflamado que causa dor no quadril
Ilustração de inflamação no ciático

Quais são os sintomas da síndrome do piriforme?

Os sintomas da síndrome do piriforme podem incluir:

  • Irradiação da dor para perna,
  • Formigamento;
  • Perda de sensibilidade.

Os sintomas podem apresentar piora com o quadril flexionado e movimentos de rotação. 

Tendinopatia e Bursite Isquiática

O ísquio é um osso curvo que fica na parte de baixo da bacia e oferece apoio quando ficamos sentados.  

ísquio
Representação do ísquio

Nessa região se inserem vários músculos da coxa, entre eles os isquiotibiais (seta amarela), e uma bursa, (seta verde).

 

isquiotibiais do quadril e bursa

Quais são os sintomas da tendinopatia?

O principal sintoma de bursite é a dor embaixo da nádega, que apresenta piora quando o paciente acometido se senta em lugares desconfortáveis e faz movimentos de pegar peso do chão.

Além disso, pacientes que passam horas sentados em cadeiras duras ou praticam atividades físicas, contendo desequilíbrios musculares na região posterior do quadril também podem sofrer com a tendinopatia, isso porque o quadril é uma região comum para ocasionais estiramentos.

Pubalgia e Tendinite dos Adutores

A pubalgia é uma dor que se apresenta na parte frontal, localizada mais ao meio da bacia, próximo a virilha. Alongamentos com abertura nas pernas, exercícios fechando-as, abdominais ou movimentos de corridas e chutes, podem causar aumento destas dores.

 

localização da dor da pubalgia
Imagem que representa a localização da dor

Um paciente acometido por pubalgia pode sentir dores regulares na sínfise púbica, ou seja, a articulação que liga os dois ossos do púbis.

dor na sínfise púbica

Como ocorre a pubalgia e como é tratada?

A pubalgia acontece por um desequilíbrio nas forças do músculo reto abdominal (seta amarela) e os adutores do quadril estão representados (seta em verde).

Para a recuperação dessas lesões, indica-se o repouso e o reequilíbrio do alongamento e força entre esses músculos.  

local atingido pela pubalgia

Tendinite do Iliopsoas e do Reto Femoral

A tendinite do iliopsoas e do reto femoral apresentam causas similares, a dor é parecida e confundida, por vezes, na hora do exame físico. Os sintomas destas patologias assemelham-se a dor do impacto femoroacetabular, já que estes tendões passam pela frente da articulação onde acontece o impacto. 

local atingido pela tendinite dos iliopsoas e do reto femoral

O iliopsoas é o músculo que junta o ilíaco com os psoas, vindo da bacia e coluna lombar (seta em verde), já o reto femoral (em amarelo) é um dos músculos do quadríceps, músculo da frente da coxa – e o único com ligação até a bacia. Os dois músculos fazem a flexão do quadril.

músculo iliopsoas

Neste caso, quando há a flexão do quadril, é comum o paciente sentir um ressalto na frente do quadril durante os abdominais, por exemplo. Além disso, o reto femoral pode causar desconfortos durante agachamentos pesados e outros exercícios de inferiores na academia. 

Os músculos que apresentam tendinites podem obter contraturas e distensões musculares, bem como os tendões podem apresentar calcificações parecidas com um osso, chamada de tendinite calcárea. 

tendinite calcárea

Como é feito o diagnóstico da tendinite do iliopsoas e do reto femoral?

Para o diagnóstico desta condição, é necessário avaliar e examinar individualmente cada caso. Os exames mais solicitados são a ultrassom para tendinopatias mais superficiais e a ressonância magnética, que é mais certeira e consegue avaliar todas as tendinites, inclusive a pubalgia que pode ter edema no osso.

As imagens abaixo representam uma ressonância de tendinopatia calcária no glúteo médio e mínimo. 

ressonância de tendinopatia calcária no glúteo médio e mínimo

Tratamento para Tendinopatias

Antes de iniciar o tratamento, é necessário que o paciente obtenha o diagnóstico correto. Para isso, buscar um médico ortopedista especialista no tratamento de condições do quadril e controle da dor é a melhor opção.

O tratamento para uma tendinite aguda pode incluir cinco dias de anti-inflamatório, repouso e gelo no local afetado.

Já para casos de tendinopatias crônicas, a ressonância pode apresentar degeneração e fissuras caracterizando uma tendinose, portanto, o tratamento não pode ser feito apenas com anti-inflamatório e repouso, mas deve estar associado com o tratamento da causa raiz do problema. 

Para o tratamento das tendinopatias crônicas também é necessário um fortalecimento muscular e alongamentos para reequilibrar os músculos, como:

  • Glúteo médio;
  • Mínimo;
  • Piriforme;
  • Isquiotibiais;
  • Adutores.

Terapias analgésicas como acupuntura, liberação miofascial, TENs, laser podem auxiliar no tratamento. Ajustar a postura também é fundamental, no caso da tendinopatia isquiática principalmente, então, o uso de uma almofada macia é indicado para remover a pressão da região quando se senta. 

Na hora de dormir, recomenda-se posicionar um travesseiro entre as pernas.

Tratamento com Ondas de Choque

Caso o paciente não apresente resposta em casos de lesão crônica ou tendinite calcária, é possível associar o tratamento com ondas de choque. O tratamento auxilia tanto na reabsorção da calcificação quanto na cura do problema.

Se você quiser mais sobre o tratamento com ondas de choque, neste artigo eu explico detalhadamente sobre a prática.

Fraturas por estresse e fraturas ocultas do fêmur 

As fraturas ocultas e por estresse, não costumam ser detectadas pelo Raio X, em alguns casos não são detectados nem pelas tomografias. O diagnóstico é clínico e com ressonância magnética. 

Fraturas por estresse

As fraturas por estresse são recorrentes em pacientes que fazem atividades de impacto, como corrida. Seus sintomas aparecem quando o paciente está despreparado com exercício de baixa intensidade ou realiza prática de alto rendimento com esforços repetitivos, intensos e maiores que a capacidade do corpo de recuperação. 

Fraturas ocultas

As fraturas ocultas costumam aparecer após trauma único, como uma queda sobre o quadril, onde a energia do trauma não é suficiente para desviar a fratura, ou seja, para deslocar ou sair do lugar.  

Ambos os tipos de fratura podem acometer idosos com traumas leves, ou traumas um pouco maiores em pacientes com o osso mais resistente. Nos dois casos os pacientes não apresentam deformidade, mas sentem dor quando apoiam a perna machucada ou caminhando.  

A osteoporose e osteopenia são fatores de risco para as duas fraturas. Além disso, é comum que o paciente sinta sintomas da artrose também.

A imagem abaixo representa uma fratura por estresse. Neste caso, como o paciente apresenta um desvio anterior, é possível perceber através do Raio X, mas de forma bem discreta.

fratura por estresse oculta no quadril

Já na ressonância abaixo, é possível perceber a mancha preta no osso. Nesse caso a medula seria totalmente branca. 

fratura por estresse oculta no fêmur

Na segunda imagem da ressonância, a mancha branca é o edema, caracterizado por uma inflamação. O traço preto da fratura está representado pela seta amarela. 

edema no fêmur causado por uma inflamação

O tratamento dessas fraturas é feito através de cirurgia na maioria dos casos, já que o risco de o osso sair do lugar é grande e pode causar complicações.  

Em alguns casos, quando o traço da fratura é incompleto e o paciente está em um período maior sem ter conhecimento da fratura, localizada na medial, interna, é indicado o tratamento sem cirurgia com muletas, de acordo com avaliação individual.

Artrose no quadril

Artrose é o desgaste da articulação, incluindo a cartilagem articular, o labrum acetabular, sinovite edema e sobrecarga do osso subcondral, e é comum que em alguns casos o paciente apresente as tendinites.

É necessário atenção para não assimilar a dor da tendinite e bursite com a da artrose. Além disso, é importante ressaltar que o diagnóstico correto auxilia no tratamento adequado, sendo assim, procure um profissional especializado nessas doenças.

No raio X abaixo, conseguimos perceber um caso de artrose. É possível comparar, pois o paciente quase não tem linha articular e apresenta a cabeça deformada à esquerda.

imagem de artrose no quadril

A paciente não apresentava sintomas de artrose, mas sim sinais de tendinite do glúteo médio, mínimo e a bursite trocantérica. No entanto, a ressonância apresentou um edema grande no trocânter, conforme a imagem abaixo: 

edema localizado no trocânter

Para tratar este caso, indica-se o tratamento com medicamentos condroprotetores e o tratamento para tendinopatia. 

Em pacientes que apresentam o quadro de artrose no quadril, as dores costumam ser mais identificadas na região da virilha e posterior, semelhante a dor do impacto femoroacetabular e pioram com movimentos de flexão do quadril e rotações do fêmur. 

Para saber mais sobre a artrose e os tratamentos para a condição, você pode acessar uma playlist disponível no meu canal no YouTube. Lá, eu explico mais detalhadamente sobre a condição, o diagnóstico e todos os tipos de tratamentos para a doença.

Sacroilíte e Coccidínea

Se tratando de dores atrás do quadril, é importante estar atento as duas causas graves que não podem ser negligenciadas: a sacroilíte e a coccidínea.

A coccidínea se apresenta por meio de dores ou inflamação no cóccix. Já a sacroilíte pode ser confundida com a coccidínia, com a dor glútea profunda e a síndrome do piriforme, já que todas podem apresentar dores na parte de trás e mais para o meio da bacia, na parte inferior. 

articulação sacroilíaca
Articulação sacroilíaca (seta verde) onde acontece a sacroilíte, piriforme (seta azul) e cóccix (seta amarela)

Quais são as causas da sacroilíte?

A sacroilíte resulta da sobrecarga mecânica e é uma das primeiras articulações a serem afetadas na espondilite anquilosante, uma doença reumática que requer tratamento por um reumatologista.

A inflamação do cóccix pode acontecer em decorrência da posição que o paciente se senta e, em alguns casos, os pacientes podem apresentar o cóccix virado para baixo, o que aumenta a pressão quando ele se senta.  

A dor é diferente do cisto pilonidal, um cisto que se forma na região próxima ao ânus e costuma ser tratada com um cirurgião geral. A diferenciação das dores pode ser feita através do exame físico, mas o diagnóstico necessita de ressonância magnética da bacia ou até mesmo tomografia, para ser fechado.

sacroilíte no quadril
Inflamação e degeneração da articulação

Tomografia 3D de um Cóccix angulado

A cirurgia nos casos representados acima é raridade, o paciente pode fazer o tratamento da causa direta da doença, como a espondilite, além de fisioterapia, correção de postura e eventualmente almofadas para o cóccix, diminuindo a pressão no osso.  

As terapias com ondas de choque é uma opção eficaz no tratamento das dores causadas pela sacroilíte, principalmente quando realizadas por um ortopedista especialista no tratamento.

Osteonecrose da cabeça do fêmur

A osteonecrose da cabeça do fêmur acontece quando a cabeça do fêmur tem um infarto ósseo, o osso morre, podendo deformar e levar à artrose.  

Em casos em que a cabeça ainda não deformou, ela pode ser preservada, nos casos que acontecem o colapso, o tratamento é cirúrgico com prótese total do quadril. 

Geralmente os pacientes com osteonecrose apresentam uma dor mais aguda interna no quadril, parecida com a da artrose ou ainda pior, ela pode doer durante o repouso sem caminhar ou movimentar o quadril. 

Quais são as causas e tratamentos para a osteonecrose?

A osteonecrose pode ser primária, ou seja, sem uma causa definida, e a secundária acontece por uso excessivo de álcool, corticoides, medicações e outras doenças. 

A primária afeta só um dos lados do quadril, já a secundária, pode afetar os dois lados e outras regiões. Confira a lesão na cabeça do fêmur nas imagens abaixo:

osteonecrose na cabeça do fêmur
osteonecrose na cabeça do fêmur

Quando a cabeça de fêmur se apresenta achatada, indica-se o tratamento com prótese total na maioria dos casos. Caso ainda não haja deformação, é necessário tirar a carga da perna com muletas e realizar tratamentos para estimular a revascularização do osso. Os dois principais são:

Cirurgia de descompressão da cabeça

O osso é perfurado para diminuir pressão e estimular a circulação local;

Ondas de choque com um equipamento focal para dor no quadril

O tratamento estimula a circulação, reabsorção do osso morto e proliferação de osso sadio.

Existem alguns estudos com medicações, mas não muitos. Os casos não são frequentes.

Metástase óssea é um processo pelo qual células cancerígenas de outras regiões do corpo, como mama, pulmão, próstata ou rim, se espalham para os ossos. Este fenômeno é distinto de outras condições ósseas, como infecções (osteomielite), tumores ósseos primários ou doenças crônicas (como a doença de Paget). Os sintomas da metástase óssea podem incluir dor intensa nos ossos, risco aumentado de fraturas, compressão da medula espinhal e alterações nos níveis de cálcio. A presença de metástase óssea é um indicativo de um estágio avançado do câncer e requer uma abordagem específica de tratamento, diferenciando-se significativamente das condições ósseas não malignas.


Caso você apresente dores no quadril persistentes, não deixe de buscar um ortopedista o mais rápido possível para iniciar o tratamento.

Em caso de dores agudas ou crônicas, no meu canal no YouTube, eu falo sobre alguns medicamentos para condições ortopédicas e tratamentos, como as Ondas de Choque, não deixe de conferir.

Sou o Dr. Oliver Ulson, médico ortopedista e especialista em tratamentos para traumas. Se você busca tratamento para esses sintomas listados acima, estou à disposição para te ajudar.