A fratura por estresse é um tipo de fratura que ocorrer devido a um movimento (estresse) repetitivo que acaba casusando pequenas fraturas incompletas no osso. Esse tipo de fratura é muito comum de ocorrer em atletas das mais variadas modalidades.

Esse tipo de fratura pode ocorrer tanto em atletas profissional de alto rendimento, pessoas sedentárias que voltaram a praticar esportes, ou mesmo atletas ocasionais que mudaram o seu tipo de treino ou atividade praticada.

Outros fatores que acaba aumentando o risco da fratura por estresse ocorrer são o uso de um calçado não adequado para a atividade praticada, que acaba não oferecendo o amorteciemnto necessário para a prática segura.

Além disso a alimentação e descanso adequados são extremamente importante para que o corpo tenha os nutrientes necessários e tenham tempo de reparar os danos aos tecidos que podem ter ocorrido durante o exercício físico.

As fraturas por estresse podem ser classificadas como de baixo risco, quando ocorrem em áreas de compressão do osso; ou de alto risco, quando ocorrerm em áreas de tensão do osso. Os ossos mais comuns de sofrerem com esse tipo de fratura são a tíbia, o fêmur e também os ossos do pé.

Sintomas                                                                          

Esse tipo de fratura é resultado de um desgaste crônico do osso, desse modo o primeiro sintoma é dor, inicialmente ocasional, no local da fratura.

Com o passar do tempo, essa dor vai se tornando mais frequente, após a atividade física. Se esse tipo de lesão não for identificada a tempo, ela pode se tornar uma fratura completa.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito através de um exame clínico e análise do histórico do paciente e  atividades físicas praticadas e sua frequência.

A partir daí, são feitos exames de imagem como o raio-x, a ressonância magnética e a cintilografia óssea. A vantagem dos dois últimos é sua capacidade de mostrar os sinais da lesão logo no começo.

Tratamento

Nas fraturas por estresse de baixo risco o tratamento não é cirúrgico, e ocorre em três fases diferentes. Na primeira fase, é feito o controle da dor, por meio de analgésicos, anti-inflamatórios, bolsas de gelo, e também fisioterapia.

O repouso é extremamente importante, e por conta disso, dependendo do local da fratura, o uso de muleta é necessário para se garantir uma rápida recuperação. A Terapia por Ondas de Choque é indicada nesse momento, para auxiliar na consolidação das microfraturas.

Na segunda fase, se inicia a reabilitação através da fisioterapia, com foco no fortalecimento muscular, já que eles tem relação direta na ocorrência desse tipo de fratura. Por fim na terceira e ultima fase, já pode haver a retomada, aos poucos, da prática esportiva.

Nos cassos de fraturas por estresse de alto risco, pode eventualmente haver a necessidade de intervenção cirurgica, conforme a análise do ortopedista, mesmo em casos que ainda não há fratura completa.

Conclusão

Caso você esteja sentindo alguma dor ou desconforto após praticar atividade física, que ocorre com freqência e parece não passar, entre em contato com um ortopedista pois você pode estar com um problema mais  grave do que uma simples dor muscular.

Se ficou com alguma dúvida, gostaria de fazer alguma sugestão, ou alguma colocação, escreva abaixo nos comentários. Agora, se gostaria de agendar uma consulta, ficarei feliz em poder ajudar.

 Agora se necessita agendar uma consulta, atendo como ortopedista em São Paulo (Itaim Bibi e Higienópolis) e Alphaville (Barueri / Santana de Parnaíba) e por telemedicina.

REFERÊNCIAS:

-Fratura por Estresse

-Fratura por Estresse no pé